5 razões para não perder The Good Wife de jeito nenhum

, , No Comments
Talvez The Good Wife seja uma dessas melhores séries mais ou menos desconhecidas que você já ouviu falar, assim, por alto, mas nunca deu muita bola. Afinal de contas, o drama de advogados não faz parte do hype, não ocupa espaço na mídia, não mobiliza as redes sociais nem aparece nos trending topics do Twitter. Mas a série é uma das melhores coisas que há no momento, e o PopCineMais preparou uma lista de 5 razões que explicam porque a história de Alicia Florrick é absolutamente imperdível. Aí vão elas:

1. The Good Wife trata de temas incrivelmente atuais
Da espionagem da NSA ao uso de drones pelo governo americano, todos os temas que mais aparecem no noticiário internacional já foram abordados na série. Parece até que os produtores conseguem prever o que será notícia no futuro, tamanha a rapidez com que as coisas aparecem nos episódios. Só para dar um exemplo: quando a bomba lançada por Edward Snowden sobre a NSA espionar cidadãos americanos e governantes mundiais, um dos episódios apresentou questionamentos fundamentais sobre privacidade e seus limites, e a própria NSA virou figura constante nas tramas da quinta temporada. Até coisas que só ouvimos falar de longe, como a existência do Silk Road, um site de venda de drogas, armas e assassinatos, aparecem em The Good Wife. As questões mais pulsantes da contemporaneidade estão sempre na série.

2. The Good Wife traz mais acontecimentos bombásticos por episódio do que podemos suportar
Quando se pensa que uma série, que é exibida nos EUA na TV aberta, tem a coragem de mostrar advogados em seu pleno exercício da ambição e das negociatas, é impossível largar. Em The Good Wife, a quinta temporada em particular conseguiu manter o espectador grudado no sofá episódio após episódio, especialmente após a saída de Alicia Florrick da firma em que trabalhou nos últimos quatro anos (ops, spoiler, foi mal), a Lockhart/Gardner, para abrir sua própria firma, abalando as estruturas dos personagens principais e conduzindo o programa a direções totalmente diferentes. E quando nós pensávamos que era isso, que não haveria mais nenhuma surpresa, um personagem fundamental é morto, e os caminhos se embaralham completamente de novo. O final da temporada conseguiu ter mais adrenalina do que muito filme de ação que se vê por aí, sem que um tiro fosse disparado, tamanha a movimentação dos acontecimentos e a mudança dos status dos personagens.

3. Em The Good Wife os casos da semana são tão importantes quanto a trama maior
Constantemente, os casos que Alicia Florrick, Cary Agos, Diane Lockhart e Will Gardner (esses dois últimos em lados opostos aos dois primeiros) defendem acabam voltando em episódios futuros. Quem acompanha a série acaba se apegando também aos clientes dos protagonistas, que sempre se metem em confusões cada vez maiores e mais complicadas. Eventualmente, cada caso já defendido pelos advogados acaba por contribuir para a construção da trama maior, focada em Alicia Florrick e sua vida agitada como sócia em sua nova firma e mulher do governador do estado de Illinois.

4. O elenco coadjuvante de The Good Wife é o melhor da TV
Só em The Good Wife podemos encontrar, ocasionalmente, Nathan Lane (A Gaiola das Loucas), Michael J. Fox (De Volta Para o Futuro), John Noble (Fringe), America Ferrera (Ugly Betty), Matthew Goode (Watchmen - O Filme), Stockard Channing (Grease - Nos Tempos da Brilhantina), Dylan Baker (Homem-Aranha 3), Anna Camp (Histórias Cruzadas), entre tantos outros nomes e rostos conhecidos que abrilhantam e contribuem para que cada episódio seja espetacular.

5. The Good Wife tem uma das protagonistas mais cativantes da TV
Julianna Margulies, a atriz que encarna Alicia Florrick, já recebeu um Emmy e um Globo de Ouro por sua atuação na série, e quem vê o programa sabe que, de fato, cada prêmio e cada indicação ao prêmio (já foram quatro) é merecido. Sua interpretação é magistral, dando a impressão de que ela vive cada momento de sua personagem intensamente. Sem jamais apelar para soluções fáceis, Julianna arrebata o público com sua leveza e naturalidade, capazes de nos fazer chorar e, às vezes, cair na gargalhada com ela.