Rock in Rio 2013: Dias que não deixaremos para trás - Parte 3

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Plínio Barboza (@Plinio_Barboza), do Rio de Janeiro




Meu terceiro dia (20 de setembro) de Rock In Rio e a expectativa lá em cima, afinal, ia tocar Matchbox 20, Ben Harper, Frejat e Bon Jovi. Não tinha como sair nada errado...e não saiu.
No Palco Sunset, infelizmente não vi todos os shows, mas os que vi (exceção de Ben Harper) me surpreenderam, vamos a eles:

Grace Potter and Nocturnals + Donavon Frankenreiter: antes de ir pro Rock In Rio procurei conhecer todos os sons que não conhecia e Grace Potter foi de uns que me deixou indiferente ao ouvir no MP3. Mas meus amigos, ao vivo, que energia a mulher tem, que presença de palco! Ela toca, canta, além de ser linda. Grata surpresa da noite. Já a participação de Donavon se resumiu a três musicas, até porque o som dele pouco combina com o de Grace Potter. Recomendo vocês asssitirem esse show no YouTube.

Ben Harper e Charles Musselwhite: meus amigos, esse foi O SHOW! Blues na veia, com slide guitar de Ben Harper e gaita de Mr. Musselwhite. Sou suspeito pra falar sou fã desde sempre de Ben Harper e esse disco que ele fez com Musselwhite o Get Up é uma obra prima e fora que ouvir Blues me deixa com sede...foi lindo!

Partimos agora pro Palco Mundo. Antes de dar minha visão sobre os shows, confesso que achava esse lineup do Palco Mundo meio mela cueca...errei.

Frejat: não precisa falar muita coisa, showzaço! Só hits tanto da carreira com o Barão, da carreira solo e várias homenagens. Por mim, Medina traz Frejat e Skank em todo Rock In Rio, é daqueles shows que te deixam de bem com a vida.

Matchbox 20: expectativas altíssimas pra esse show e, graças aos deuses do rock, Rob Thomas correspondeu à altura. Matchbox pra mim, é nostalgia, gosto de adolescência, coisa boa. E eles tocaram todas que eu queria ouvir, Unwell, Disease e um monte de coisa boa. O editor me desculpe...mas foi um show foda!

Nickelback: me perdoem, mas eu sempre achei que o Nickelback era o Creed e por isso que não gostava dos caras. Fora que gritei umas três vezes pra tocarem My Sacrifice...mas desfeito o equívoco, show pesado, também recheado de hits e com o vocalista mandando bem com o público. E ganharam mais um admirador. O Creed? Bem, o Creed não é o Nickelback.

Bon Jovi: o show mais esperado da noite, Bon Jovi como sempre carismático...como disse um jornal de grande circulação (que não lembro agora o nome): o
Fábio Junior do hard rock mandou bem, lógico que faltaram muitos hits (queria ouvir pelo menos a trilha sonora de Young Guns 2), teve homenagem ao batera Tico e até selinho em uma fã e pra encerrar tocaram Always... Se você, assim como eu, for solteiro e estiver num show de Bon Jovi, ou não, é só tocar Always, chamar a mina pra dançar. E assim se encerrou a noite do dia 20, com grandes shows que compensaram o preço do ingresso e todo o esforço da maratona.